Olá, sou a Inês

Escrever com Asas

Olá, bem-vindos ao refúgio do Pássaro Amarelo! O meu nome é Inês, nasci em Lisboa em 1985 e sou Autora de três livros. 

O Pássaro Amarelo é a minha marca de escrita, hoje uma assinatura nos textos que publico, tendo surgido na sequência da publicação do meu livro de crónicas “O Caderno Amarelo”. É este livro que me convence da necessidade de ter um espaço para escrever, pensar e refletir em absoluta liberdade. A liberdade dos pássaros. A minha primeira palavra foi “luz”. Por isso, através do poder da escrita, quero ajudar-te a:

  • Seres ouvido, com outro respeito e autoridade;
  • A resolveres situações da vida, do dia-a-dia, onde a escrita pode ter uma influência determinante;
  • A mostrar-te métodos de escrita, que te podem poupar muito tempo;
  • A informar-te acerca dos passos para te tornares um autor independente, ou;
  • Explicar-te como funciona, para um autor, o mercado editorial.
  • Finalmente, quero ajudar-te a escrever melhor.

Desde 2015, que me dedico à escrita de forma regular. Para mim, as palavras são como uma vela, pois existem para iluminar caminhos. Escrever é o melhor remédio para endireitar um pouco o mundo e percebemos isso, quando a escrita ajuda a resolver alguns dos problemas das pessoas e/ou lhes dá a esperança de um futuro melhor. Quanto melhor soubermos escrever, maior a probabilidade de termos uma voz ativa e de sermos ouvidos.

Saber escrever bem gera confiança, credibilidade e seriedade. Muitos negócios e boas oportunidades podem ficar perdidos, por causa de um texto mal redigido ou sem coerência. O mesmo se passa na relações humanas.

Coisas boas podem acontecer àqueles que se apresentam com uma escrita clara e precisa, sem margem para falsas interpretações. Considero-me alguém que escreve com alma e lucidez. Para mim, escrever é uma missão pública: uso-a com o propósito de chamar a atenção para causas, injustiças, contar a vida de alguém e desta forma, deixar um legado para outros que virão. Autenticidade, visão de futuro, verdade, solidariedade: estes são os meus valores.

Prontos para explorar o recanto do Pássaro Amarelo?

“Uma parte do respeito que devemos ter por nós próprios consiste em darmos valor à nossa dor, apesar de ela parecer pequena face à dos outros”. Em O Caderno Amarelo.

SABIAM QUE ESCREVER BEM É COMO APANHAR FIGOS?

Na piscina ao lado do hotel, onde pernoitei durante algumas noites, crescia frondosa, uma maravilhosa figueira. Plantada junto aos muros do antigo convento, recebia a dose certa de sol e de sombra.  Naquele canto, sem ser demasiado quente, nem demasiado frio, existiam todas as condições para que ali crescessem figos em abundância. 

Depois do banho, embrenhava-me debaixo dos seus largos ramos à procura, em postura de detetive, dos figos já maduros. Cresciam de forma discreta, em todo o lado; assim nasceu uma rotina neste verão dourado, de apanhar os melhores figos, da figueira do hotel. Após este exercício, praticado durante seis dias consecutivos, apercebi-me que reconhecia agora, com facilidade, os sinais da fruta madura, pronta a ser consumida: a cor arroxeada e o tato sensível. Qualquer vestígio de verde numa das faces, significava que o cordão umbilical com a árvore não deveria ser ainda cortado.

Percebi que a zona da figueira mais exposta ao sol, deixava todos os figos queimados. A outra, mergulhada na sombra, produzia fruta raquítica, sem sumo ou nutrientes. 

É assim que vos digo, que escrever bem é um pouco como apanhar figos.  “Com um grão de sal”, misturam-se as palavras certas. Acertar nesta receita de difícil equilíbrio, permite obter um fruto doce e muito apetecível, que parece ter vindo diretamente do jardim do Paraíso. É como as palavras. 

Os Pássaros nascem com asas para voar. O mesmo se passa com a escrita. Palavras sem asas, não chegam onde são precisas.

À minha frente existe um espelho de água e empoleirado num dos muros, encontra-se um gaio, um pássaro grande e robusto.

Penso em todos os pássaros do mundo e na razão pela qual eles têm asas. Lá em cima, desenha-se um céu infinito, sem gaiolas: a este fenómeno damos o nome de liberdade. Se já tiveram oportunidade de reparar, mal nos aproximamos de um pássaro num jardim, ele foge imediatamente. Parece que eles conseguem prever os nossos passos, antes mesmo de nos mexermos. 

Os pássaros são criaturas vivas altamente sensíveis e espirituais. Não gostam de se deixar apanhar. Da mesma forma, nós seres humanos, não gostamos que desrespeitem as nossas convicções e desejos. 

Viver livre como um pássaro, significa viver de acordo com aquilo que somos. Uma fórmula aparentemente simples, mas com muitos obstáculos pelo caminho.

Afinal, o que vos posso oferecer através da escrita?

Posso oferecer-vos serviços que resolvem um problema ou concretizam um sonho. Posso ajudar-vos com os conteúdos online e offline do vosso negócio. Posso ainda escrever um pequeno livro de memórias de um familiar, cuja vida é um legado de lições de vida para as gerações vindouras. Posso ajudar-vos a escrever melhor e a ler mais, nem que seja, desafiando-vos a ler um dos meus livros à venda na loja online, aqui do website. A escrita e a leitura permitem a descoberta de novos mundos e de novas formas de expressão, que nos ligam às pessoas da nossa vida. 

Desafio-vos a sentirem-se mais humanos através da escrita. Assim, convido-vos a mergulharem nesta jornada pela descoberta do prazer da comunicação, onde os pássaros ajudam a semear as palavras pelo mundo.

Este ninho é o canto das palavras com asas. É o lugar do pássaro amarelo e, como eu, espero que encontrem aqui um espaço para pensar, divagar e intervir.